


Estresse e Ansiedade são demandas psicoterapêuticas facilmente confundidas entre si, e entre outras demandas também, é sempre importante e relevante entendermos a sintomatologia e suas diferenças, para que possamos estar atentos e refletir acerca das possibilidades de tratamento e suporte.
Muitas pessoas tem dúvidas sobre os sintomas do estresse, pois este pode ser confundido com nervosismo, ansiedade e/ou outras questões, como o Burnout, demanda relativamente nova que aborda dificuldades específicas das emoções dentro do ambiente de trabalho, muito pontuada também durante a pandemia de COVID-19, com as demandas de trabalho remoto.
Hoje nosso texto tem por objetivo é entender as sintomatologias do estresse e da ansiedade, para diferenciá-las, e assim nos tornar mais assertivos na identificação do que e como estamos sentindo. Tornando assertiva também a busca por auxílio.
Distúrbios intestinais, como diarreia
Dor nas costas;
Tremores;
Respiração acelerada.
Dificuldade de memória e concentração;
Sensação de perda de controle;
Angústia;
Hipersensibilidade (confusão emocional).
Em geral, o estresse não devidamente identificado e trabalhado, costuma desenvolver-se para demandas mais constantes, como a Ansiedade, ou também para o Burnout (comentado acima), que costuma permanecer na vida de indivíduos por mais tempo e prejudicar mais áreas da vida cotidiana.
Tendo compreendido os sintomas do estresse, e principalmente compreendido que se não tratado pode desenvolver-se para outras patologias, agravando o declínio da qualidade de vida, vamos agora entender um pouco mais sobre a Ansiedade.
Esses são apenas alguns exemplos de sintomas comuns a quem é ou está ansioso, se você tem se percebido ou percebido alguém ao seu redor desta maneira, indique a busca por um(a) profissional de psicologia. Que irá auxiliar no diagnóstico, acompanhamento e tratamento, visando melhor qualidade de vida.
A ansiedade, as vezes ainda mais que o estresse, traz prejuízos significativos no cotidiano das pessoas, prejudicando o ambiente de trabalho, as relações, e as tarefas mais simples, o que gera um ciclo ansioso que tende a aumentar cada vez mais.
É importante fazer uma autorreflexão:
Além de tratamentos médicos, as vezes com auxílio e acompanhamento psiquiátrico, que podem contar com uso temporário de medicações (como Rivotril, Escitalopram e outros ansiolíticos), por exemplo, é de suma importância agregar o tratamento psicológico contínuo.
Um(a) profissional de psicologia estará apto a auxiliar no acompanhamento desse tratamento, trabalhando juntamente com o(a) profissional médico, além das demandas voltadas, especificamente, para a psique cotidiana.
Trabalhando em aspectos como: confirmação destes sintomas e na identificação de outros, se houverem, compreensão e acolhimento dos gatilhos, na retrospectiva (para identificar o início desses sintomas e o momento de vida no qual se iniciaram) e na abertura de possibilidades para lidar com essas demandas da melhor maneira possível, buscando a recuperação física e mental, proporcionando retorno a qualidade de vida.
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